Lição 1

Leitura Diária - Inspiração Divina e Autoridade da Bíblia

A Bíblia é o Manual de Deus Para Toda a Humanidade


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Subsídios.EBD,Lição 1 – Inspiração Divina e Autoridade da Bíblia

INSPIRAÇÃO DIVINA

A COMPROVAÇÃO DE QUE A BÍBLIA É UMA INSPIRAÇÃO DIVINA ESTÁ NO FATO DE QUE;

Profecias cumpridas. Deus falou aos homens dizendo-lhes de coisas que Ele faria acontecer no futuro.

Algumas dessas coisas já ocorreram. Outras ainda não.

Por exemplo, o Antigo Testamento contém mais de 300 profecias sobre a Primeira Vinda de Jesus de Cristo.

Não há dúvida de que estas profecias foram realmente de Deus porque os manuscritos são datados de antes do nascimento de Cristo.

Eles não foram escritos após, mas antes, dos fatos ocorrerem.

A unidade das Escrituras. A Bíblia foi escrita por aproximadamente 40 autores humanos, durante um período de aproximadamente 1.600 anos.

Esses homens eram muito diversos.

Moisés era um líder político; Josué, um líder militar; Davi, um pastor; Salomão, um rei;

Amós, um pastor e selecionador de fruta; Daniel, um primeiro-ministro; Mateus, um cobrador de impostos;

Lucas, um médico; Paulo, um rabino; Pedro, um pescador, entre outros.

A Bíblia também foi escrita sob uma variedade de circunstâncias.

Ela foi escrita em 3 diferentes continentes:

Europa, Ásia e África. No entanto, os grandes temas das Escrituras estão presentes em todos os escritos.

A Bíblia não se contradiz. Não há nenhuma maneira, longe da supervisão de Deus e do Espírito Santo, que isto poderia ter sido realizado.

Compare isso com o Alcorão islâmico.

Foi compilado por um indivíduo, Zaid bin Thabit, sob a orientação do sogro de Maomé, Abu-Bekr.

Então, em 650 DC, um grupo de estudiosos árabes produziu uma versão unificada e destruiu todas as cópias variantes para preservar a unidade do Alcorão.

A Bíblia já era unificada desde o momento em que foi escrita.

O Alcorão teve a sua unificação forçada por editores humanos.

A Bíblia verdadeiramente apresenta seus heróis com todos os seus defeitos e fraquezas.

Ela não glorifica os homens como outras religiões fazem com seus heróis.

Ao ler a Bíblia, percebe-se que as pessoas nela descritas têm problemas e erram assim como nós.

O que destacou os heróis da Bíblia foi a sua confiança em Deus.

Um exemplo é Davi, o qual é descrito como "um homem segundo o coração de Deus" (1 Samuel 13:14).

No entanto, Davi cometeu adultério (2 Samuel 11:1-5) e assassinato (2 Samuel 11:14-26).

Esta informação poderia ter sido facilmente omitida das Escrituras, mas o Deus da verdade a incluiu.

As descobertas arqueológicas apoiam a história registrada nas Escrituras.

Embora muitos incrédulos ao longo da história tenham tentado encontrar evidências arqueológicas que refutem o que está registrado na Bíblia, eles falharam.

É fácil dizer que a Escritura não é verdade. Provar que ela é falsa é uma outra questão.

Na verdade, isso nunca foi feito.

No passado, toda vez que a Bíblia contradisse uma atual teoria "científica", mais tarde ficou provado que a Bíblia estava correta e a teoria “científica” é que estava errada.

Um bom exemplo é Isaías 40:22. Enquanto a ciência declarava que a Terra era plana, a Bíblia declarava que Deus "está assentado sobre o círculo [esfera] da terra."

As reivindicações da Bíblia de ter a sua origem em Deus não devem ser entendidas como um raciocínio circular.

O depoimento de testemunhas confiáveis

Particularmente de Jesus, mas também de Moisés, Josué, Davi, Daniel e Neemias no Antigo Testamento, e de João e Paulo no Novo Testamento - afirma a autoridade e inspiração verbal das Escrituras Sagradas.

Também de interesse são os escritos de Flávio Josefo, um historiador judeu que escreveu durante o primeiro século DC.

Josefo registra alguns eventos que coincidem com as Escrituras. Considerando as evidências dadas, sinceramente e completamente aceitamos a Bíblia como sendo de Deus 2 Timóteo 3:16

Toda a Escritura é divinamente inspirada, e proveitosa para ensinar, para redargüir, para corrigir, para instruir em justiça;


AUTORIDADE DA BÍBLIA

Autoridade significa o direito e a capacidade de comandar, fazer leis, exigir obediência e julgar.

Em outras palavras, a nossa autoridade é o fundamento ou o padrão que temos para distinguir o certo do errado.

Em todas as áreas, tem que haver um padrão de autoridade.

Para as distâncias, a autoridade é o metro; para o peso, é a balança; para o tempo, o relógio; na escola, o diretor.

Dependemos da autoridade para tudo o que realizamos; sem autoridade, só há confusão e anarquia.

Também na religião, a autoridade é vital.

Como podemos discernir o certo do errado? Qual o fundamento que usamos para descobrir a vontade de Deus?

A fonte da autoridade

Deus

Em última análise, Deus é a autoridade sobre todas as coisas.

Ele nos criou; nos julgará; nunca erra.

É o soberano governador sobre todas as coisas e sobre todas as nações (veja Daniel 4).

Jesus

No presente século, Deus deu toda a autoridade a seu Filho, Jesus Cristo (Mateus 17:5; 28:18). E, estando ele ainda a falar, eis que uma nuvem luminosa os cobriu. E da nuvem saiu uma voz que dizia: Este é o meu amado Filho, em quem me comprazo; escutai-o. - Chegando-se Jesus, falou-lhes, dizendo: É-me dado todo o poder no céu e na terra.

Jesus sempre transmite a mensagem de Deus (João 7:16;). Jesus lhes respondeu, e disse: A minha doutrina não é minha, mas daquele que me enviou.

Ele sempre fala a verdade (João. 18:37). Disse-lhe, pois, Pilatos: Logo tu és rei? Jesus respondeu: Tu dizes que eu sou rei. Eu para isso nasci, e para isso vim ao mundo, a fim de dar testemunho da verdade. Todo aquele que é da verdade ouve a minha voz.

É Senhor sobre o céu e a terra (Mateus 28:18; Efésios 1:21);

sobre judeu e gentio (Romanos 10:12);

sobre palavras, ações e pensamentos (Colossenses 3:17; Hebreus 4:12,13);

sobre os vivos e os mortos (Romanos 14:9).

Jesus apresentou as credenciais que provavam que sua autoridade não era apenas uma alegação infundada; ele tem de fato toda a autoridade.

Seus maravilhosos ensinos, seu caráter, seus milagres, as profecias detalhadas que ele cumpriu e, acima de tudo, a sua ressurreição provam a afirmação de Jesus, de que ele é a autoridade absoluta.

As Escrituras

Jesus confirmou a autoridade da Bíblia.

Ele confirmou a inspiração do Antigo Testamento. Muitas vezes, ao referir-se às Escrituras, disse: "não lestes . . .?" ou "está escrito". Ele disse que a Escritura não podia falhar (João 10:35),

e nem mesmo um i ou um til jamais passaria da lei até que tudo se cumprisse (Mateus 5:18).

Jesus afirmou a autoridade dos apóstolos.

Ele prometeu enviar o Espírito Santo, o qual os guiaria para revelar toda a verdade (João 14:26; 15:26,27; 16:12,13).

Enviou os apóstolos com a missão de lhe servirem como porta-vozes e representantes (João 20:21; Mateus 28:19,20; Atos 1:8).

Os próprios apóstolos afirmaram ter recebido a sua mensagem por revelação de Deus (Efésios 3:3-5; 1 Tessalonicenses 4:2; 1 Coríntios 2:10-13).

A mensagem dos apóstolos é registrada na Bíblia.

Isso significa que as palavras das Escrituras são os mandamentos de Deus (1 Coríntios 14:37).

A Bíblia é a revelação de Deus para o homem;

é a nossa autoridade. As suas palavras são as palavras de vida eterna, as quais nos julgarão no último dia (João 6:68; 12:48).

As fontes em que não se deve buscar autoridade

Há coisas que se usam de modo errôneo como a autoridade religiosa.

Algumas pessoas, por exemplo, seguem a sua consciência.

Mas a consciência apenas mostra nossos pensamentos sobre o que é certo, mas não declara o que é objetivamente verdadeiro.

Veja o caso de Paulo: ele tinha uma boa consciência, mesmo perseguindo os cristãos (Atos 23:1).

Alguns obedecem as próprias idéias e desejos, mas o resultado é desastroso. (Veja Juízes 17-21, especialmente 17:6 e 21:25, que mostram o resultado das pessoas que fazem o que é bom aos próprios olhos.)

Há pessoas que servem às tradições e às doutrinas dos homens.

Jesus, porém, condenou os fariseus por observarem as tradições humanas (Marcos 7:1-13).

Há ainda quem siga a igreja.

As Escrituras mostram, no entanto, que as igrejas muitas vezes se afastam da verdade (Atos 20:29-31; 2 Tessalonicenses 2; 1 Timóteo 4:1-3; Apocalipse 2-3).

Alguns seguem revelações posteriores, concedidas por algum mestre notável.

Mas Paulo ensinou que, ainda que um anjo, vindo do céu, revelasse algo que divergisse do evangelho, não deveríamos acreditar (Gálatas 1:6-9).

A única autoridade satisfatória para nós em nosso serviço a Deus é a Bíblia.

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