A Obra da Salvação

Lição 3

A Salvação e o Advento do Salvador

Deus o Pai Prometeu um Salvador (o seu Filho Jesus) Para a Salvação da Humanidade Perdida. Jesus disse:"Eu vim Salvar o Perdido"


Lições bíblicas adultos
4º trimestre 2017
A Obra da Salvação
Jesus Cristo é o Caminho, a Verdade e a Vida
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EBD 4º Trim LIÇÃO 3 A SALVAÇÃO E O ADVENTO DO SALVADOR LEITURA DIÁRIA

SEGUNDA – JOÃO.1:9-12 - Ali estava a luz verdadeira, que ilumina a todo o homem que vem ao mundo. - Estava no mundo, e o mundo foi feito por ele, e o mundo não o conheceu. Veio para o que era seu, e os seus não o receberam. - Mas, a todos quantos o receberam, deu-lhes o poder de serem feitos filhos de Deus, aos que crêem no seu nome;

JESUS CRISTO É A LUZ DE TODOS OS QUE CREEM

Na própria criação do mundo quando somente existiam trevas, a primeira atividade de Deus foi criar a luz, a fim de desfazer as trevas

 Gênesis 1:3-4: “E disse Deus: Haja luz; e houve luz. E viu Deus que era boa a luz; e fez Deus separação entre a luz e as trevas”.

A luz é usada nas Escrituras referindo-se à Palavra de Deus , a verdade:

Lâmpada para os meus pés é tua palavra, e luz para o meu caminho”. (Salmos 119:105).

 Provérbios 6:23. “Porque o mandamento é lâmpada, e a lei é luz; e as repreensões da correção são o caminho da vida”.

A Palavra de Deus, é sempre representada como Luz, para iluminar e guiar o crente neste mundo de trevas:

E a luz resplandece nas trevas João 1:5 Isto concorda com a referência de João 8:12 , Eu sou a luz do mundo

e também João 1:7: “Mas, se andarmos na luz, como ele na luz está, temos comunhão uns com os outros, e o sangue de Jesus Cristo, seu Filho, nos purifica de todo o pecado”.

Esta referência nos leva ainda a Isaías 2:5: “Vinde, ó casa de Jacó, e andemos na luz do SENHOR”.

Deixar de andar nas veredas do Senhor é o mesmo que andar na ignorância e no pecado. Deixar de andar com Cristo é estar separado da comunhão com Deus.

A luz de Deus é vista em Sua revelação, conforme Ezequiel 1:4, 13, 26, 28

e Sua salvação, em Habacuque 3:3-4: “Deus veio de Temã, e do monte de Parã o Santo - A sua glória cobriu os céus, e a terra encheu-se do seu louvor. E o resplendor se fez como a luz, raios brilhantes saíam da sua mão, e ali estava o esconderijo da sua força”.

Em Jó 29:3, lemos: “Quando [Deus] fazia resplandecer a sua lâmpada sobre a minha cabeça e quando eu pela sua luz caminhava pelas trevas”.

No Salmo 43:3, Lemos: “Envia a tua luz e a tua verdade, para que me guiem e me levem ao teu santo monte, e aos teus tabernáculos”.

O salmista declara ainda: “O SENHOR é a minha luz e a minha salvação; a quem temerei? O SENHOR é a força da minha vida; de quem me recearei?” (Salmos 27:1).

 A luz é sempre usada como símbolo de santidade e pureza [Por isso Jesus é a Luz do mundo].

 A luz também representa a bondade e a obra redentora de Deus. Ela se justapõe às trevas, que simbolizam o pecado, o mal e as obras de Satanás.

Em Isaías 8:20, temos um exemplo disto:“À lei e ao testemunho! Se eles não falarem segundo esta palavra, é porque não há luz neles”.

João nos apresenta Jesus tanto como sendo a Luz como sendo a Vida, no início do seu evangelho.

João.1:3-5, ele diz: ”Todas as coisas foram feitas por ele, e sem ele nada do que foi feito se fez. Nele estava a vida, e a vida era a luz dos homens. E a luz resplandece nas trevas, e as trevas não a compreenderam” .

 Aqui, “as trevas” simbolizam o homem decaído, vivendo [por obra de Satanás] na ignorância e no pecado.

Ao se referir a João Batista, diz: “Houve um homem enviado de Deus, cujo nome era João. Este veio para testemunho, para que testificasse da luz, para que todos cressem por ele.

Não era ele a luz, mas para que testificasse da luz. Ali estava a luz verdadeira [Jesus], que ilumina a todo o homem que vem ao mundo. João 1:6-9.

 Aqui, ele diz que Jesus é a revelação da verdade e da salvação para cada pessoa que já tiver existido (ou vier a existir) no mundo.

O VERBO já havia visitado o mundo como luz, antes mesmo de Sua encarnação: No princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus. Ele estava no princípio com Deus. Todas as coisas foram feitas por ele, e sem ele nada do que foi feito se fez. João 3:19-21,12:46

E a condenação é esta: Que a luz veio ao mundo, e os homens amaram mais as trevas do que a luz, porque as suas obras eram más. Porque todo aquele que faz o mal odeia a luz, e não vem para a luz, para que as suas obras não sejam reprovadas. Mas quem pratica a verdade vem para a luz, a fim de que as suas obras sejam manifestas, porque são feitas em Deus”. (3:19-21);

Eu sou a luz que vim ao mundo, para que todo aquele que crê em mim não permaneça nas trevas”(João 12:46). Jesus era cheio de graça e de verdade.

Nesta segunda declaração como “EU SOU”, Jesus usa a luz como metáfora, confirmando o que seria dito a Seu respeito pelo “apóstolo do Amor

1 João 1:5, lemos: “Deus é luz, e não há nele trevas nenhumas”.

Em João 3:9,  “Nicodemos respondeu, e disse-lhe: Como pode ser isso?” No verso 21, diz:Quem pratica a verdade vem para a luz, a fim de que as suas obras sejam manifestas, porque são feitas em Deus

No Salmo 107:10-11, lemos: “Tal como a que se assenta nas trevas e sombra da morte, presa em aflição e em ferro; porquanto se rebelaram contra as palavras de Deus, e desprezaram o conselho do Altíssimo”. A expressão “não andar nas trevas João 8:12 e andar na luz.1 João 1:7

TERÇA – MATEUS.1:1-17 – O NASCIMENTO DE JESUS E A LINHAGEM DE DAVI

O que significa que Jesus é o Filho de Davi?

Dezessete versículos do Novo Testamento descrevem Jesus como o "filho de Davi".

Entretanto, uma pergunta surge: como é que Jesus poderia ser o filho de Davi se Davi viveu cerca de 1000 anos antes de Jesus?

A resposta é que Cristo (o Messias) foi o cumprimento da profecia da descendência de Davi (2 Samuel 7:14-16).

Jesus era o Messias prometido, o que significa que Ele era da descendência de Davi.

Mateus 1 dá uma prova genealógica de que Jesus, na Sua humanidade, foi um descendente direto de Davi por intermédio de José, o pai terreno de Jesus.

A genealogia em Lucas, capítulo 3, dá a linhagem de Jesus através de Sua mãe, Maria.

Jesus é um descendente de Davi, por adoção através de José e pelo sangue por meio de Maria.

Primeiramente, porém, quando referia-se a Cristo como o filho de Davi, a intenção era se referir ao Seu título messiânico encontrado nas profecias do Antigo Testamento a Seu respeito.

Jesus foi intitulado de "Senhor, Filho de Davi" várias vezes por pessoas que, pela fé, buscavam perdão ou cura.

A mulher cuja filha estava sendo atormentada por um demônio (Mateus 15:22), os dois homens cegos à beira do caminho (Mateus 20:30) e o cego Bartimeu (Marcos 10:47) todos clamaram ao filho de Davi por ajuda.

Os títulos de honra que deram-lhe declaravam a sua fé nele.

Chamá-lo de "Senhor" expressava um sentimento da divindade, domínio e poder de Jesus,

Porem chamá-lo “Filho de Davi", eles estavam professando que Ele era o Messias.

Os fariseus também compreenderam o significado das pessoas chamando Jesus de "filho de Davi".

Entretanto, ao contrário daqueles que clamaram em fé, eles estavam tão cegos pelo seu próprio orgulho e falta de compreensão das Escrituras que não podiam ver o que os mendigos cegos podiam ver

 Que aqui estava o Messias pelo qual haviam esperado por toda a vida.

Os fariseus odiavam Jesus porque Ele não lhes dava a honra que achavam que mereciam.

Então, quando ouviram o povo saudando Jesus como o Salvador, ficaram enfurecidos (Mateus 21:15) e planejaram matá-lo (Lucas 19:47).

Jesus ainda confundiu os escribas e fariseus ao pedir-lhes que explicasse o significado deste título.

Como é que o Messias podia ser o filho de Davi quando o próprio Davi se referiu a Ele como "meu Senhor" (Marcos 12:35-37)?

 Naturalmente, os professores da lei não podiam responder à pergunta.

 Jesus assim expôs a ignorância  dos líderes judeus como professores e sua ignorância quanto ao que o Antigo Testamento ensinava sobre a verdadeira natureza do Messias,

Jesus Cristo, o Filho Unigênito de Deus e o único meio de salvação para o mundo (Atos 4:12),

É também o filho de Davi, tanto no sentido físico quanto no sentido espiritual.

QUARTA – ROMANOS. 5:14-17. LÊR 19 - Porque, como pela desobediência de um só homem, muitos foram feitos pecadores, assim pela obediência de um muitos serão feitos justos.

JESUS CRISTO MEDIANTE SUA MORTE TIRA O PECADO DO MUNDO

 Deus exigia sacrifícios de animais para que a humanidade pudesse receber perdão dos seus pecados (Levítico 4:35; 5:10).

 O sacrifício de animal é um tema importante encontrado por todas as Escrituras.

Quando Adão e Eva pecaram, animais foram mortos por Deus para providenciar vestimentas para eles (Gênesis 3:21).

 Caim e Abel trouxeram ofertas ao Senhor. A de Caim foi inaceitável porque ele trouxe frutas, enquanto que a de Abel foi aceitável porque ele trouxe “das primícias do seu rebanho e da gordura deste” (Gênesis 4:4-5).

Depois que o dilúvio recuou, Noé sacrificou animais a Deus. Esse sacrifício de Noé foi de aroma agradável ao Senhor (Gênesis 8:20-21).

Deus ordenou que Abraão sacrificasse seu filho Isaque. Abraão obedeceu a Deus,

Mas quando Abraão estava prestes a sacrificar a Isaque, Deus interveio e providenciou um carneiro para morrer no lugar de Isaque (Gênesis 22:10-13).

O sistema de sacrifícios atinge seu ponto máximo com a nação de Israel.

Deus ordenou que essa nação executasse inúmeros sacrifícios diferentes.

De acordo com Levítico 1:1-4, um certo procedimento era para ser seguido.

Primeiro, o animal tinha que ser perfeito. Segundo, a pessoa que estava oferecendo o animal tinha que se identificar com ele.

Então, a pessoa oferecendo o animal tinha que infligir morte ao animal.

Quando feito em fé, esse sacrifício apenas cobria  os pecados.

Um outro sacrifício chamado de dia de expiação, descrito em Levítico 16, demonstra perdão do pecado.

O grande sacerdote tinha que levar dois bodes como oferta pelo pecado.

Um dos bodes era sacrificado como uma oferta pelo pecado do povo de Israel (Levítico 16:15), enquanto que o outro bode era para ser solto no deserto (Levítico 16:20-22).

 A oferta pelo pecado providenciava perdão, enquanto que o outro bode demonstrava que o pecado tinha sido coberto

Por que, então, não oferecemos mais sacrifícios de animais nos dias de hoje?

O sacrifício de animais terminou porque Jesus Cristo foi o sacrifício supremo.

 João Batista confirmou isso quando O viu pela primeira vez: “Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo!” (João 1:29).

E por que animais? O que eles fizeram de errado?” Esse é justamente o ponto:

já que os animais não fizeram nada de errado, eles morreram no lugar daquele que estava executando o sacrifício.

 Jesus Cristo também não tinha feito nada de errado, mas voluntariamente entregou-Se a morrer pelos pecados da humanidade (1 Timóteo 2:6).

Muitas pessoas chamam de substituição essa idéia de morrer no lugar de outra pessoa.

 Jesus Cristo tomou para Si o nosso pecado e morreu no nosso lugar.

2 Coríntios 5:21: “Aquele que não conheceu pecado, ele o fez pecado por nós; para que, nele, fôssemos feitos justiça de Deus.” Através da fé no que Jesus Cristo cumpriu na cruz qualquer pessoa pode receber perdão.

Em resumo, os sacrifícios de animais foram ordenados por Deus para que tal pessoa pudesse experimentar do perdão dos pecados.

O animal servia como um substituto – quer dizer, o animal morreu no lugar do pecador.

OS Sacrifício de animais parou com Jesus Cristo.

Jesus Cristo foi o substituto sacrificial supremo e é agora o mediador entre Deus e os homens (1 Timóteo 2:5).

 Sacrifícios de animais serviam como um sinal do que estava para vir – o sacrifício de Cristo a nosso favor.

 A única base sobre a qual o sacrifício de um animal providenciaria perdão dos pecados é o fato de que Cristo iria Se sacrificar pelos nossos pecados,

Providenciando o perdão que aqueles animais podiam apenas ilustrar e prenunciar.

QUINTA – ROMANOS. 3:23,24, Porque todos pecaram e destituídos estão da glória de Deus; - Sendo justificados gratuitamente pela sua graça, pela redenção que há em Cristo Jesus.

A JUSTIFICAÇÃO DO PECADOR FOI UM ATO DA GRAÇA DE DEUS

 Para colocar de forma simples, justificar significa declarar justo; fazer alguém justo diante de Deus.

 Justificação é quando Deus declara justo todo aquele que recebe a Cristo, baseado na justiça de Cristo sendo debitada às contas daqueles que O recebem.

Somos justificados (declarados justos) no momento de nossa salvação.

Justificação não nos faz justos, mas declara nossa justiça.

Nossa justiça vem de colocarmos nossa fé no trabalho completo de Jesus Cristo.

Seu sacrifício TIRA  o nosso pecado, permitindo com que Deus nos veja como perfeitos e sem qualquer mancha.

Por causa do fato de que como crentes estamos em Cristo,

Deus vê a justiça de Cristo quando Ele olha para nós.

Isso alcança as exigências de Deus para perfeição; portanto, Ele nos declara justos – Ele nos justifica.

Romanos 5:18-19 resume esse conceito muito bem: "Pois assim como, por uma só ofensa, veio o juízo sobre todos os homens para condenação, assim também, por um só ato de justiça, veio a graça sobre todos os homens para a justificação que dá vida. Porque, como, pela desobediência de um só homem, muitos se tornaram pecadores, assim também, por meio da obediência de um só, muitos se tornarão justos."

Por que esse pronunciamento de justiça é tão importante?

Justificados, pois, mediante a fé, temos paz com Deus por meio de nosso Senhor Jesus Cristo" (Romanos 5:1).

É por causa da justificação que a paz de Deus pode governar em nossas vidas.

É por causa do FATO de justificação que crentes podem ter a garantia de salvação.

É o FATO de justificação que deixa Deus começar o processo de santificação

 o processo pelo qual Deus torna realidade em nossas vidas a posição que já ocupamos em Cristo.

SEXTA- EFESIOS.2:8 - Porque pela graça sois salvos, por meio da fé; e isto não vem de vós, é dom de Deus.

A SALVAÇÃO PELA GRAÇA MEDIANTE A FÉ SOMENTE

"A salvação é somente pela fé ou pela fé mais as obras?"

Esta talvez seja a mais importante pergunta em toda a Teologia Cristã.

Esta pergunta motivou a Reforma: a separação DOS PROTESTANTES NA igreja Católica.

Nesta pergunta está a diferença crucial entre o Cristianismo Bíblico e a maioria dos cultos “Cristãos”.

A salvação se dá somente pela fé ou pela fé mais as obras?

 Sou salvo apenas por crer em Jesus ou tenho que crer em Jesus e fazer certas coisas?

A questão da fé somente ou fé mais as obras se faz difícil por causa de algumas passagens bíblicas de difícil correlação.

Romanos 3:28, 5:1 e Gálatas 3:24 com Tiago 2:24. Há quem veja uma diferença entre Paulo (a Salvação é somente pela fé) e Tiago (a Salvação é pela fé mais as obras).

Na verdade, Paulo e Tiago, de maneira alguma, discordam entre si.

O único ponto de discordância que alguns afirmam existir é a respeito da relação entre fé e obras.

Paulo dogmaticamente diz que a justificação se dá somente pela fé (Efésios 2:8-9) enquanto Tiago aparentemente está dizendo que a justificação é pela fé mais as obras.

Este aparente problema é resolvido ao examinarmos com precisão sobre o que discorre Tiago.

Tiago está negando a crença de que a pessoa possa ter fé sem produzir quaisquer boas obras (Tiago 2:17-18).

Tiago está enfatizando o argumento de que a fé genuína em Cristo produzirá uma vida transformada e boas obras (Tiago 2:20-26).

Tiago não está dizendo que a justificação se dá pela fé mais as obras, mas, ao invés disso, diz que a pessoa que é verdadeiramente justificada pela fé produzirá boas obras em sua vida.

Se uma pessoa afirma ser crente, mas não produz boas obras em sua vida

Então ela provavelmente não tem fé genuína em Cristo (Tiago 2:14, 17, 20, 26).

Paulo escreve o mesmo. O bom fruto que os crentes devem produzir em suas vidas é citado em Gálatas 5:22-23.

Logo depois de nos dizer que somos salvos pela fé, não por obras (Efésios 2:8,9), Paulo nos informa que fomos criados para as boas obras (Efésios 2:10).

Paulo espera tanto de uma vida transformada quanto Tiago.

Assim que, se alguém está em Cristo, nova criatura é; as coisas velhas já passaram; eis que tudo se fez novo” (II Coríntios 5:17)

 Tiago e Paulo não discordam em seus ensinamentos sobre a salvação.

Eles abordam o mesmo assunto sob diferentes prismas.

Paulo simplesmente enfatizou que a justificação vem somente pela fé enquanto Tiago enfatizou o fato de que a fé em Cristo produz boas obras.

 SABADO – JOÃO.3:16 - Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna.

O AMOR DE DEUS PELA HUMANIDADE É A RASÃO DE SUA AÇÃO SALVADORA

O amor de Deus é objeto de inúmeros estudos e questionamentos.

É algo profundo e extremamente valioso. É esse amor que nos mantém, ajuda e consola.

O que significa a expressão: Deus é amor;

O Amor de Deus; O Amor de Cristo; Deus de amor; O Amor de Deus por nós;

Por que o Amor de Deus nos constrange?

DEUS É AMOR

O amor de Deus é fruto de sua essência. Nós amamos. Deus é amor. A diferença é infinita. Por quê?

Tudo o que Deus cria, executa, fala, estabelece,  é fruto do seu amor.

Até mesmo os juízos e a justiça. A Bíblia diz que Ele é Bondade, Justiça, Fidelidade,

Mas todos esses atributos derivam do seu amor.

Dizer que Deus é amor é reconhecer que todas as suas atitudes são ditadas pelo amor.

O AMOR DE DEUS

O apóstolo afirma que Deus é amor.

Logo, isso nos faz pensar que estar em Deus é estar diretamente ligado ao amor e estar ligado ao amor é estar ligado a Deus.

Mas como ocorre essa conexão com o amor de Deus?

João diz que isso acontece por que conhecemos e confiamos (ou cremos) nesse amor de Deus.

Aqui existe uma “via de mão dupla”: conhecer é crer, e crer é conhecer

A fé gerada pelo Espírito Santo nos faz “entender em parte” o funcionamento desse amor de Deus.

Essa revelação embora limitada (1 Coríntios 13:12) produz em nós a confiança da salvação, nos mostrando o que Deus tem feito por nós em Jesus Cristo.

Só reconhecemos o amor de Deus através da morte de Jesus na Cruz e da sua ressurreição,

O amor de Deus não se revela em qualquer manifestação de amor ou relacionamento.

Revela-se na manifestação do amor que está em consonância com a personalidade de Deus, Sua Palavra e Sua Vontade.

 O amor de Deus se manifesta tanto quando ele age com bondade, como quando ele age com justiça,

Ao contrário do que a maioria das pessoas pensam. Justiça e juízo também são manifestações do amor de Deus. O verdadeiro amor pune A  fim de preservar.

Amor de Cristo

Mas Deus demonstra seu amor por nós: Cristo morreu em nosso favor quando ainda éramos pecadores. (Romanos 5:8)

O amor de Deus revelado em Jesus Cristo é o amor que não acaba.

O amor de Deus revelado em Jesus Cristo é mais intenso

Tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta.

O amor nunca perece; mas as profecias desaparecerão, as línguas cessarão, o conhecimento passará” (1 Coríntios 13:7,8).

Deus de Amor

Todavia, Deus, que é rico em misericórdia, pelo grande amor com que nos amou, deu-nos vida juntamente com Cristo, quando ainda estávamos mortos em transgressões — pela graça vocês são salvos. (Efésios 2:4,5)

Como já foi dito o amor de Deus é o responsável por todos os atos de Deus.

Aqui ele produz a misericórdia. Que é abundantemente derramada sobre nós.

Antes que o amor de Deus manifestasse a sua misericórdia, “estávamos mortos em transgressões”.

Deus é quem nos dá o maior exemplo de altruísmo ao enviar Jesus como expiação para os nossos pecados.

Dessa forma ele manifesta a sua misericórdia (compaixão) por nós. Isso veio impresso na alma de Jesus. “

Ao ver as multidões, teve compaixão delas, porque estavam aflitas e desamparadas, como ovelhas sem pastor (Mateus 9:36).

Amor de Deus por Nós

O amor de Deus não é seletivo. Exclusivista.

Nem apenas aos pobres ou aos ricos. Nem mesmo, somente aos santos, como também aos pecadores.

Ele ama todo o mundo. Isso ficou ainda mais evidente com o nascimento de Jesus Cristo.

O propósito de Deus não é a condenação da humanidade.

Ele enviou seu Filho Jesus para nos mostrar isso pessoalmente.

 O amor de Deus não está à disposição de alguns, como afirmam algumas doutrinas teológicas.

“Deus amou o mundo…”. E “enviou seu Filho… não para condenar o mundo, mas para que este fosse salvo por meio dele”.

O Amor de Deus Nos Constrange

Pois o amor de Cristo nos constrange, porque estamos convencidos de que um morreu por todos; logo, todos morreram. (2 Coríntios 5:14)

Analisando o amor de Deus por nós o apóstolo Paulo chegou a uma conclusão: “

o amor de Cristo nos constrange”. Ele se sentia impelido, impulsionado a testemunhar sobre o amor de Deus revelado em Jesus.

Na verdade, todos nós devemos nos sentir assim.

Ao observarmos o sofrimento de Jesus no Getsêmani, vemos o quão difícil foi o seu ministério.

O quanto doeu nos salvar. O quanto ele precisou doar a si mesmo e abrir mão de tudo o que ele é. Tudo isso por mim e por você.

Isso não te constrange? A ser melhor? Mais fiel? Mais consagrado? Dedicado?

Amor a Deus

Respondeu Jesus: ” ‘Ame o Senhor, o seu Deus de todo o seu coração, de toda a sua alma e de todo o seu entendimento’. (Mateus 22:37)

Deus nos ama, isso é incontestável. Mas e quanto ao nosso amor por Ele, como deve ser?

Jesus disse:Ame o Senhor, o seu Deus de todo o seu coração, de toda a sua alma e de todo o seu entendimento’.

Devemos amá-lo sobre todas as coisas. Família. Esposa. Filhos.

Todos devem estar em segundo lugar. O Senhor deve ser o centro. O amor a Deus deve preencher todo o espaço.

Não importa se você será uma pessoa popular. Agradável. Ame a Deus em detrimento de qualquer outra coisa ou escolha que precise fazer.

O amor de Deus é dedicado, intenso e vai até o fim. A minha oração é que ele produza em nós essa mesma dedicação de amor a Ele.

O amor de Deus é a mola propulsora de todas as suas decisões, ações, criações

 Tudo o que Deus faz é com base no seu amor.

Não é à toa que a Escritura declara que Deus é amor.

 

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