A Obra da Salvação

Lição 2

A Salvação na Páscoa Judaica

A Salvação na Páscoa Judaica Aponta para O Sacrifício de Cristo e a Dispensação da Graça


Lições bíblicas adultos
4º trimestre 2017
A Obra da Salvação
Jesus Cristo é o Caminho, a Verdade e a Vida
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EBD 4º TRIM LIÇÃO 2 – A SALVAÇÃO NA PÁSCOA JUDAICA,LEITURA DIÁRIA

SEGUNDA - EXODO.6:2-8

4-E também estabeleci a minha aliança com eles, paradar-lhes a terra de Canaã, a terra de suas peregrinações, na qualforam peregrinos.8 – E eu vos levarei à terra, acerca da qual levantei minhamão, jurando que a daria a Abraão, a Isaque e a Jacó, e vo-la darei porherança, eu o SENHOR.

A PROMESSA DE DEUS PARA SALVAR O SEU POVO E CUMPRIRSEUS PROPÓSITOS

ÊXODO É UM LIVRO de redenção e nos ensina que é totalmentede Deus. (João 3:16).

Ensina-nos que a redenção se realiza através de uma pessoaou servo. (Êxodo 2:2).

Mostra-nos que um requisito para a redenção é através dosangue 1 Pedro 1:18,19

 Revela o aspecto maisimportante, a redenção é a prova do poder de Deus. Romanos 8:2

Um grande exemplo de todos estes aspectos da redenção édemonstrado nos acontecimentos que tiveram lugar em relação com a libertação danação de Israel da escravidão egípcia.

O propósito de Deus era levá-los para a terra de Canaã, aterra prometida.

Como resultado do desafio de Faraó e sua amargura decoração, seu povo teria que passar por muitas dificuldades.

Deus manifestou o seu desagrado sobre eles em forma depragas.

As primeiras três das dez pragas eram comuns a todos, noEgito.

Deus feriu os rios e as águas dos lagos para se tornarem emsangue, rãs saindo da água e se espalhando sobre a terra, piolhos que saem dopó da terra e são espalhados por todo o Egito (Êxodo 7:15-25; 8:1-19).

As Escrituras nos revelam tudo isso como uma garantia de queDeus estava no controle dos eventos, as pragas afetaram unicamente os egípcios.

Os enxames de moscas, a morte de todos os gados, feridas noshomens , granizo e fogo do céu, nuvens de gafanhotos, e a escuridão sobre aterra (Êxodo 8:16-32; 9:10).

As pragas foram, sem dúvida, uma expressão plena da justiçasobre os egípcios.

Quando o Senhor havia aliviado a terra e o povo de umapraga, o faraó parecia chegar à conclusão de que isto era passado e que nãopoderia acontecer novamente.

Na realidade, passo a passo, a misericórdia de Deus levou aFaraó a continuar mais e mais com sua hostilidade para com os filhos de Israele seu Deus.

Depois que estes juízos severos haviam passado na terra, seupovo e até mesmo a casa de Faraó continuaram a desafiar a Deus.

Isso é demonstrado com suas palavras dirigidas a Moisés: “E disse-lhe Faraó: Vai-te de mim eguarda-te que não mais vejas o meu rosto; porque, no dia em que vires o meurosto, morrerás.” (Êxodo 10:28).

 Foi neste momento que o Senhor traria uma praga final sobreFaraó. “E todo primogênito na terra doEgito morrerá, desde o primogênito de Faraó, que se assenta com ele sobre o seutrono, até ao primogênito da serva que está detrás da mó, e todo primogênitodos animais. Êxodo 11:5.

Depois disso, o Faraó deixou ir o povo para tomar osdespojos da terra dos egípcios.

No entanto, o faraó logo saiu em sua busca para chegar aoMar Vermelho, parecendo que tudo estava perdido para os israelitas.

Mas através do poder de Deus, as pessoas foram salvas e todoexército de Faraó foi destruído

Às vezes, quando chegarmos ao fim de todas as possibilidadeshumanas, a nossa confiança em Deus nos permite ouvir a sua voz para seguir emfrente.

TERÇA – LEVÍTICOS.23:4,5 - Estas são assolenidades do SENHOR, as santas convocações, que convocareis ao seu tempodeterminado:- No mês primeiro, aos catorze do mês, pela tarde, é a páscoa doSENHOR.

Páscoa, uma das principais Festas Judaicas

QUARTA – DEUTERONOMIO.16:5,6 - Não poderássacrificar a páscoa em nenhuma das tuas portas que te dá o SENHOR teu Deus; -Senão no lugar que escolher o SENHOR teu Deus, para fazer habitar o seu nome,ali sacrificarás a páscoa à tarde, ao pôr do sol, ao tempo determinado da tuasaída do Egito

A celebração da Páscoa no Local Escolhido por Deus

Depois dos filhos de Israel terem se fixados na TerraPrometida, certas mudanças foram feitas e vários acréscimos vieram a existir nacelebração da Páscoa.

A Páscoa realizada no Egito foi uma Páscoa Histórica, e,está relacionada à décima praga e ao Êxodo de Israel do Egito (Êx 12).

Naquela ocasião, os israelitas foram instruídos a aplicar osangue de um cordeiro, ou de um cabrito, às ombreiras e à verga de suas portas,como sinal que lhe asseguraria segurança se ficassem em casa (Êx 12.22, 23).

Quando os israelitas se instalaram na Terra Prometida nãofoi mais preciso aspergir o sangue, como da primeira Páscoa.

 Pois, as futurasFestas da Páscoa a serem realizadas depois do Êxodo, foram sacrifícioscomemorativos sendo que o sacrifício inicial no Egito, foi um sacrifícioeficaz.

Os israelitas também deixaram de comer a Ceia Pascal em pé,ou preparados para uma longa jornada,

Não mais precisavam ter pressa, pois, já estavam na Terraque Deus lhes prometera.

Na Páscoa inicial (no Egito), não houve tempo de fazer aFesta dos Pães Asmos, somente foi comunicada ao povo para que fosse observada afesta quando houvesse entrado em Canaã (Êx 12.14-20).

 Naquele dia foi apenas um estágio de como deveria sercomemorada, sem tempo para uma festa que seria por dias de comemoração

Antes da construçãodo Templo em Jerusalém, em cada Páscoa os israelitas reuniam-se segundo suasfamílias, sacrificavam um cordeiro, retiravam todo fermento de suas casas ecomiam com pães asmos e ervas amargas (Núm 9.11).

O chefe da casa recitava a história de como seus ancestraisexperimentaram o êxodo milagroso na terra do Egito e sua libertação daescravidão sob Faraó.

Assim, de geração em geração, o povo israelita relembrava aredenção divina e seu livramento do Egito (Êx 12.26).

Algumas outras afeições suplementaram a solenidade daPáscoa;

De acordo com fontes judaicas tradicionais, empregavam«quatro» cálices de vinho misturado com água que a Lei não fala; cantavam osSalmos 113 a 118 (Isaías 30.29).

Punham a mesa um prato de frutas desfeitas em vinagre,formando uma pasta, como recordação da argamassa que eles empregavam nostrabalhos do cativeiro egípcio.

Depois daconstrução do Templo, Deus ordenou que a celebração da Páscoa e o sacrifício docordeiro fossem realizados em Jerusalém (Deut 16.1-6).

Faziam-se grandes preparativos em Jerusalém na época daFesta da Páscoa, visto que celebrar a Páscoa era um registro da Lei para todovarão israelita e não-israelita que estivesse circuncidado (Núm 9.9-14).

Isto significava que muitas pessoas viajavam à Jerusalém commuitos dias de antecedência.

Chegavam antes da Páscoa, a fim se purificaremcerimonialmente (João 11.55).

Diz-se que com cerca de um mês de antecedência se enviavahomens para reparar as pontes e colocar as estradas em boas condições para ajornada dos peregrinos a Jerusalém.

Visto que o contato com um cadáver tornava a pessoacerimonialmente impura, tomavam-se precauções especiais para proteger oviajante.

Por ser costumeiro enterrar pessoa em campos abertos casomorressem ali,

Então os sepulcros eram caiados alguns dias de antecedênciapara serem claramente distinguíveis à distância (Mat 23.27).

Para os que vinham a Jerusalém a fim de celebrar a Páscoa,ofereciam-se acomodações nas casas.

Em um lar oriental, podia-se dormir em todos os cômodos, evárias pessoas podiam ser alojadas em um só aposento.

O teto plano da casa também podia ser usado.

A maioria das casas dos judeus tinha salas no 1o andar, cujoacesso era permitido por meio de uma escada exterior.

O comparecimento dos peregrinos era obrigatório somente àCeia Pascal (Deut 16.7).

 Josefo informa-nos que até três milhões de pessoas podiamestar presentes em Jerusalém na Festa da Páscoa.

Por ocasião da Páscoa, eram entoados os Salmos 113 e 114,antes da refeição pascal, e os Salmos 115 a 118, após a mesma, conforme foiobservado por Jesus e Seus discípulos, na última Ceia (Mat 26.30).

QUINTA – MATEUS 26.17,18 E, no primeiro dia dafesta dos pães ázimos, chegaram os discípulos junto de Jesus, dizendo: Ondequeres que façamos os preparativos para comeres a páscoa? - E ele disse: Ide à cidade, a um certo homem, edizei-lhe: O Mestre diz: O meu tempo está próximo; em tua casa celebrarei apáscoa com os meus discípulos.

A ORIENTAÇÃO DE JESUS E O PREPARO DA PÁSCOA

Durante vários séculos a páscoa judaica viera apontando parao sacrifício de Jesus Cristo, o Cordeiro de Deus (João 1.29).

Todavia, chegara o tempo do Senhor Jesus, celebrar a ÚltimaPáscoa, juntamente com os seus apóstolos.

Este era o momento que Jesus tanto esperava (Luc 22.15).

Foi na noite que precedeu a Sua morte, que Jesus e os Seusdiscípulos comeram a Última Páscoa, substituiu pela Santa Ceia e depois foimorto como o Cordeiro Pascal (Mat 26.17-29; Marc 14.12-26; Luc 22.7-20; João 13e 14).

Portanto, houve duas ceias; a Ceia da Páscoa e a Ceia doSenhor Jesus. Esta foi instituída no final daquela.

Lucas menciona dois cálices (Luc 22.17-20); Mateus, Marcos eLucas mencionam ambas as ceias, João somente cita a Páscoa.

 A instituição daSanta Ceia, é relatada por dois apóstolos que foram testemunhas oculares eparticipantes dela, Mateus e João.

Marcos e Lucas, embora não estivessem presentes na ocasião,suprem alguns pormenores.

Jesus tomou os elementos da Páscoa e deu uma novasignificação.

Mateus relata:«Enquanto comiam, Jesus tomou o pão, e, abençoando-o, o partiu, e o deu aosdiscípulos, e disse: Tomai, comei, isto é o meu corpo.

E, tomando o cálice edando graças deu-lho dizendo; bebei dele todos.

Porque esse é o meu sangue do Novo Pacto, que é derramadopor muitos, para remissão dos pecados.

E digo-vos que, desdeagora, não bebereis deste fruto da vide até àquele dia em que beba de novoconvosco no reino de meu Pai.

E tendo cantado umhino, saíram para o Monte das Oliveiras» (Mat 26.26-30).

A Páscoa judaica encontra seu cumprimento e seu fim na,vida, morte e ressurreição de Jesus Cristo.

 A Páscoa no A.T. e a Ceia do Senhor Jesus no N.T., ambasapontam para uma mesma coisa; o Sacrifício de Jesus Cristo!

A primeira estava distante da outra por quase quinzeséculos, e tinha um caráter prospectivo; apontava para a Cruz de Jesus Cristo;

a segunda, a Ceia do Senhor Jesus, também chamada de SantaCeia, têm um caráter retrospectivo; apontando também à morte de Jesus Cristo.

 A Ceia do SenhorJesus inicia uma nova era e aponta para uma obra já consumada.

Podemos observar que, «duas festas uniram-se nestacelebração».

No cenáculo deu-se um acontecimento notável: A Festa Pascalfoi solenemente encerrada (Luc 22.16-18), e a Ceia do Senhor Jesus instituídacom uma solenidade ainda mais sublime do que a Páscoa (Luc 22.19-21; 1 Cor5.7).

Portanto, naquela ocasião terminou um período e começououtro;

Cristo era o cumprimento de uma ordenança e a consumação daoutra.

A Páscoa agora tinha servido seu propósito profético, porqueo Cordeiro que o sacrifício simbolizava, ia ser morto naquele dia.

Por isso foi substituída por uma «nova instituição»,apresentando a verdadeira realidade do Cristianismo, como a Páscoa tinhaapresentado a do Judaísmo.

SEXTA – LUCAS.22:1,2 - ESTAVA, pois, perto afesta dos ázimos, chamada a páscoa. - E os principais dos sacerdotes, e osescribas, andavam procurando como o matariam; porque temiam o povo.

A CONSPIRAÇÃO CONTRA JESUS ANTES DA PÁSCOA

A CONSPIRAÇÃO PARA MATAR JESUS

É impressionante como certos líderes religiosos são capazesdos atos mais cruéis com aqueles que lhes fazem oposição.

Cheios de si e encantados com suas tradições perseguem e, àsvezes, até destroem aqueles que os incomodam com suas vidas retas.

 Jesus teve que administrar essa questãodesde o início de seu ministério público.

Ele concentrou grande parte de sua atuação “na Galiléia,

Mantendo-se, deliberadamente, longe da Judéia, porque ali osjudeus procuravam tirar-lhe a vida” (João 7.1).

Segundo Marcos, depois que Jesus curou, em um sábado, umhomem que tinha uma das mãos atrofiada,

Os fariseus saíram e começaram a conspirar com os herodianoscontra Jesus, sobre como poderiam matá-lo” (3.1-6).

Não interessava a bondade, a graça e o poder de Deus manifestosno milagre; para eles o importante era guardar o sábado.

Esses mesmos grupos aparecem, depois, tramando contra Jesus,em seus últimos dias (Marcos12.13).

Ocorre, porém, que os fariseus eram inimigos ferrenhos dosherodianos, pois esses eram judeus seculares que apoiavam a família de Herodesque detinha o poder em Israel, sob a autorização de Roma.

Essas ideias de matar Jesus, contudo, não eram iniciativasisoladas de alguns judeus, que, por exemplo, tentaram apedrejá-lo(João8.59;10.31).

O Apóstolo João registrou que após Jesus ressuscitar Lázarohouve uma reunião no Sinédrio, mais alta corte judaica, para tratar esseassunto.

Alguém falou: “aí está esse homem realizando muitos sinaismiraculosos.

Se o deixarmos, todos crerão nele, e então os romanos virãoe tirarão tanto o nosso lugar como a nossa nação ...

 Daquele dia emdiante, resolveram tirar-lhe a vida.” (11.45-54). Não apenas a de Jesus, mas ade Lázaro também, tentando abafar o milagre (João12.9-11).

Os bons exegetas veem essa palavra como uma referência aotemplo de Jerusalém.Jo.11:48

No entanto, não constitui equívoco inferir que havia na faladaquelas autoridades uma preocupação com suas próprias posições como líderesreligiosos na sociedade judaica.

Jesus atraía, com o seu ensino e seus milagres, multidões eeles temiam o esvaziamento da estrutura religiosa que comandavam.

Em uma de suas tentativas de prender Jesus, mandaram a Eleos guardas do templo, mas esses retornaram sem o Galileu e disseram aoslíderes: “

Ninguém jamais falou da maneira como esse homem fala”(João7.46).

É do conhecimento comum que existem muitos líderesreligiosos que não resistem às tentações da fama, do poder e da riqueza quesuas posições podem lhes conferir.

Segundo estudiosos, os adoradores do templo eram exploradospelos mercadores que cobravam altos preços pelos animais utilizados nossacrifícios e pelos cambistas que praticavam taxas abusivas,

Tudo para o bem da aristocracia sacerdotal, que lucrava àcusta dos peregrinos.

Jesus, em um de seus últimos gestos de sua pregação, “entrouno templo e expulsou todos os que ali estavam comprando e vendendo” e os acusoude terem transformado aquela "casa de oração" em um “covil deladrões”.

Foi um forte golpe na moral de seus algozes, quedefinitivamente se consolidaram na ideia de matá-lo.

SABADO – JOÃO.1:35,36 - No dia seguinte Joãoestava outra vez ali, e dois dos seus discípulos; - E, vendo passar a Jesus,disse: Eis aqui o Cordeiro de Deus.

JESUS É O CORDEIRO DE DEUS

 A ambição. Atraição de Jesus é um dos relatos mais dramáticos e tristes que o NovoTestamento registra.

Jesus foi traído por alguémque compartilhava da sua intimidade (Sl 41.9).

Judas, conforme relata Lucas,foi escolhido pelo próprio Cristo para ser um dos seus apóstolos (Lc 6.16).

O que levou, portanto, Judas a agir dessa forma?

Os textos paralelos sobre o relato da traição mostram queJudas era avarento, amava o dinheiro e a ambição o levou a entregar o Senhor(Jo 12.4-6).

Há muito tempo, os líderes religiosos procuravam umaoportunidade para matar Jesus, mas além de não encontrá-la, eles ainda temiam opovo (Mt 26.3-5; Lc 22.2).

Lucas mostra que o Diabo entra em cena para afastar esseobstáculo (Lc 22.3-6).

O terceiro Evangelho já havia mostrado, por ocasião datentação, que o Diabo tinha se apartado de Jesus até o momento oportuno (Lc4.13).

Sabendo que Judas estava dominado pela ambição, Satanásincita-o a procurar os líderes religiosos para vender Jesus (Lc 22.2-6).

O preço foi acertado em 30 moedas de prata (Mt 26.15).

Quando Judas é responsabilizado por seu ato, a Escrituramostra que ele não estava predestinado a ser o traidor de Jesus (Mc 14.21).

Ele o fez porque não vigiou (Lc 6.13; 22.40).

Quem não vigia termina vendendo ou negociando a sua fé.

Na esfera religiosa. Os conflitos entre Jesus e os líderesreligiosos de Israel começaram muito cedo (Mc 3.6).

As libertações, as curas e autoridade com que transmitia aPalavra de Deus fez com que as multidões passassem a seguir a Jesus (Lc 5.1).

Essa popularidade entre as massas provocou inveja e ciúmedos líderes religiosos que perdiam espaço a cada dia (Jo 12.19).

Para esses líderes, alguma coisa deveria ser feita e comesse intuito reuniram o Sinédrio.

A decisão foi pela morte de Jesus (Jo 11.47-57).

O passo seguinte foi fazer um processo formal contra Jesus,onde Ele seria falsamente acusado de ser um sedicioso que fizera Israel sedesviar.

Para os líderes religiosos, Jesus era um herege, acusado deter blasfemado, e que deveria ser tirado de cena a qualquer custo, mesmo quefosse a morte.

Todavia, Israel nos dias de Jesus estava sob a dominaçãoromana e os líderes judeus não poderiam conquistar o seu intento sem aaprovação do Império (Jo 18.31).

 Lucas deixa claro que a acusação dos líderes judeus feita aJesus era tríplice:

Desviar a nação; proibir os judeus de pagarem impostos aRoma e afirmar que Ele, e não César, era rei (Lc 23.2,5,14).

Em outras palavras, Jesus foi acusado de sedição.

Desviar os judeus de sua fé não era crime para Roma,

Mas a sedição, fazer o povo se levantar contra o império,era!

 Jesus, portanto,estaria levando os seus discípulos a uma revolta política.

Os romanos não toleravam nenhuma forma de levante contra oEstado e estipulavam para esse tipo de crime a pena capital.

A pena capital imposta pelo Império Romano aos condenados sedava através da crucificação.

Os pesquisadores são unânimes em afirmar que essa era a maiscruel e dolorosa forma de execução!

Josefo, historiador judeu, informa que antes da execução, oscondenados eram açoitados e submetidos a todo tipo de tortura e depoiscrucificados do lado oposto dos muros da cidade.

Cícero, historiador romano, ao se referir à crucificação,afirmou que não havia palavra para descrever ato tão horrendo.

A mensagem do Império Romano era clara –

Para os que cometessem tal crime deveria ser crucificado

Isso aconteceria com quem se levanta contra o Estado.

Jesus, portanto, sofreu os horrores da cruz.

De acordo com os Evangelhos, Ele foi açoitado, escarnecido,ridicularizado, blasfemado, torturado, forçado a levar a cruz e por fimcrucificado (Jo 19.1-28).

Para muitos críticos, Jesus não passou de um mártir comoforam tantos outros líderes judeus que viveram antes dEle.

 Todavia, a teologialucana depõe contra essa ideia.

O que se espera da morte de um mártir não pode serencontrado na narrativa da morte de Jesus.

Para Lucas, Jesus morreu vicariamente pela humanidade.

A relação que Lucas faz do relato da paixão com a narrativado Servo Sofredor de Isaías 53 mostra isso.

O Servo sofredor, Jesus, justifica a muitos.

O caráter universal da salvação presente em Isaías 53aparece também em Lucas.

Jesus, portanto, é o Servo Sofredor que se humilha até àmorte de cruz, mas é exaltado e glorificado por Deus pela obra que realizou.

 

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