A Razão da Nossa Fé

Lição 13

Sobre a Família e a sua Natureza

Uma Família Forte é Fundamentada na Rocha (Cristo); Só assim teremos Igrejas Fortes e Famílias Abençoadas


Lições bíblicas adultos
3º trimestre 2017
A Razão da Nossa Fé
Assim cremos, assim vivemos
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EBD LEIURA DIÁRIA 3º trim LIÇÃO 13 SOBRE A FAMÍLIA E SUA NATUREZA

SEGUNDA – DEUS CRIOU A ESPÉCIE HUMANA

GENESIS.1:27 criou, pois, Deus o homem à Sua imagem; à imagem de Deus o criou; homem e mulher os criou.”

O primeiro livro da Bíblia apresenta a história da criação: “No princípio criou Deus...” Gênesis 1:1.

Dia a dia Deus prosseguiu a criação até ao sexto dia, quando então criou o homem à Sua imagem; à imagem de Deus o criou; homem e mulher os criou.” Gênesis 1:27.

No segundo capítulo de Gênesis, a criação do homem é mencionada um pouco mais detalhada

“E formou o Senhor Deus o homem do pó da terra, e soprou-lhe nas narinas o fôlego da vida; e o homem tornou-se alma vivente.” Gênesis 2:7.

De acordo com o registro bíblico, o homem foi criado por Deus e formado do pó da terra.

Deus soprou em suas narinas o fôlego da vida e o homem foi feito alma vivente.

A Bíblia ensina que o ser humano é uma unidade indivisível. A esse respeito o apóstolo Paulo declara o seguinte:

“O mesmo Deus da paz vos santifique completamente; e o vosso espírito, alma e corpo sejam conservados íntegros e irrepreensíveis na vinda de nosso Senhor Jesus Cristo.” I Tessalonicenses 5:23.

Vejam que nenhuma parte do homem foi excluída da influência da santificação.

 DEUS FORMOU O HOMEM DO PÓ DA TERRA

Para formar o corpo do homem, Deus utilizou a matéria existente.

Deus tomou o pó da terra e com ele modelou o ser que chamou de “homem”.

O homem foi feito do pó da terra, sendo, portanto, da terra (Salmos 10:18).

Seu corpo consiste dos elementos da terra, cujas exatas proporções são conhecidas.

Segundo as melhores autoridades científicas do mundo, foram encontrados 34 elementos químicos no corpo humano. Os principais são:

Oxigênio: 66,0 %; Carbono: 17,5 %; Hidrogênio: 10,2 %; Nitrogênio: 2,4 %;Cálcio: 1,6 %; Fósforo: 0,9 %; Potássio: 0,4 %; Sódio: 0,3 %; Cloro: 0,3 %; Enxofre: 0,2 %; Magnesio.0,105%; Ferro: 0,005 %;

Há ainda outros elementos que, apesar de importantes, aparecem em quantidades bastante reduzidas.

É o caso do manganês, cobalto, iodo, flúor, cobre, alumínio, níquel, bromo, zinco, silício e outros.

Todos estes elementos estão contidos na terra. É, portanto, estritamente e literalmente verdade que o homem é formado do pó da terra.

TERÇA – GENESIS.2:18- E disse o SENHOR Deus: Não é bom que o homem esteja só; far-lhe-ei uma ajudadora idônea para ele.

DEUS NÃO CRIOU O HOMEM PARA VIVER NA SOLIDÃO

Dizem os psicólogos que muitas vezes em nossa vida, nos sentimos como náufragos numa ilha deserta.

Nessas ocasiões estamos como que aprisionados num círculo de solidão,

Sentimo-nos totalmente abandonados, sem pessoa alguma a quem possamos recorrer ou de quem possamos depender. É a solidão!

Todos nós estamos sujeitos à solidão, e a Bíblia nos mostra a resposta de Deus a este problema.

Muitas são as causas que provocam a solidão.

Uma pode ser a perda de uma pessoa querida.

Outra pode ser a mudança de um ambiente familiar e agradável para outro onde a pessoa é desconhecida e se sente desambientada.

Também pode acontecer que uma pessoa seja abandonada pelo seu grupo de amigos.

Seja qual for a causa da solidão, saiba que Deus está interessado em nós.

A solidão não é simplesmente consequência da ausência de pessoas, porque a multidão muitas vezes é o lugar mais solitário.

Isto acontece porque a solidão não depende do número de pessoas que estão com você em determinado lugar,

Mas do relacionamento que você tem com estas pessoas.

Não é o número de pessoas que determina o seu sentimento de solidão, mas o seu relacionamento com alguém.

Encontramos na Bíblia a história de pessoas que experimentaram a solidão, mas que encontraram a solução para este problema.

O profeta Elias é uma destas pessoas.

Em seu tempo, a rainha Jezabel tinha introduzido deuses pagãos na vida religiosa de Israel, que foram aceitos pelo povo.

Para agradar sua mulher Jezabel, o rei Acabe deu-lhe autoridade sobre assuntos religiosos, e mandou construir ídolos e templos aos deuses dela.

Acabe igualou o culto a Baal ao culto a Jeová. Então, Deus enviou Elias.

O profeta destemidamente denunciou o pecado que todos haviam cometido, idolatria

E por causa da pregação de Elias, Jezabel decidiu matá-lo.

Então, Elias fugiu para o deserto e se escondeu em uma caverna. "E lhe veio a palavra do Senhor dizendo: Que fazes aqui Elias?" (1 Reis 19:9).

A sua solidão era real, palpável, pois ele se sentia triste, desanimado e derrotado por não ter absolutamente ninguém ao seu lado.

Foi então que Deus começou a resolver o problema de Elias.

A primeira providência que tomou foi Ele próprio revelar-se ao profeta.

Elias tinha que aprender a lição de que um homem que conhece ao Senhor nunca está só, pois Deus prometeu ser um auxílio bem presente na angústia.

E Por isso ali, na escuridão e na solidão da caverna Deus estava com Elias

Deus estava se revelando a Elias naquela solidão, mas ele estava tão desconsolado que parecia ter perdido a capacidade de buscar a Deus através da oração.

Ele estava enfraquecido pela solidão e pelo desespero.

Porem Deus veio em seu auxílio e lhe revelou a sua presença.

A consciência da presença de Deus em nossos corações é o primeiro passo para vencermos a solidão.

Antes de morrer Moisés anima Josué pois percebeu que poderia desanimar diante da solidão;

Esforça-te e anima-te, pois com este povo entrarás na terra que o Senhor jurou a teus pais lhe daria, e tu os farás herdá-lo. O Senhor é que vai adiante de ti; Ele será contigo, não te deixará, nem te desamparará. Não temas; não te espantes." (Dt 31:7-8).

Repare que, por duas vezes, vemos a promessa de que Deus não vai desamparar Josué.

Moisés tinha avisado Josué sobre a sua morte; era natural que o sentimento de solidão se abatesse sobre Josué.

 Moisés tranquilizou Josué: "O Senhor será contigo, não te deixará, nem te desamparará."

 O sentimento solitário podia ser dissipado na promessa que Deus não o deixaria só.

O segundo passo para vencermos a solidão é a atividade espiritual.

Voltemos ao profeta Elias. "Disse-lhe o Senhor: vai, volta pelo caminho para o deserto de Damasco.

Nos versículos 16 a 18, Deus determina a Elias uma tarefa e o adverte em não ficar escondido na caverna.

Ele deve empenhar-se na realização do trabalho que lhe foi determinado.

Quando estamos ocupados realizando a vontade Deus, podemos sentir sua presença e sua aprovação bem dentro de nós.

Ociosidade não é a vontade de Deus para o homem.

Há um terceiro passo no versículo 18: "Também conservei em Israel 7.000 – todos os joelhos que não se dobraram a Baal, e toda boca que não o beijou."

Elias sentia-se sozinho porque julgava ser o único que amava a Deus.

Mas Deus lhe disse que saísse e fosse se ajuntar a outros que também amavam a Deus, o mesmo Deus a quem ele amava.

Quando encontrasse outros com a mesma fé e o mesmo amor, haveria uma aproximação e uma comunhão que iria dissipar a solidão que ele havia sofrido enquanto estava sozinho na caverna.

Muitos se entregam à solidão porque não querem empregar seu tempo nem se dar ao trabalho de encontrar uma oportunidade de comunhão com aqueles que compartilham da fé e do amor de Deus.

Este é o terceiro passo para vencer a solidão: Manter comunhão com os que amam o Senhor.

 QUARTA – MATEUS.19:4-6, Ele, porém, respondendo, disse-lhes: Não tendes lido que aquele que os fez no princípio macho e fêmea os fez, - E disse: Portanto, deixará o homem pai e mãe, e se unirá a sua mulher, e serão dois numa só carne? - Assim não são mais dois, mas uma só carne. Portanto, o que Deus ajuntou não o separe o homem.

O CASAMENTO DEVE SER ENTRE UM HOMEM E UMA MULHER

Deus criou o homem à sua imagem; criou-o à imagem de Deus, criou o homem e a mulher.

Deus os abençoou: “Frutificai, disse ele, e multiplicai-vos, enchei a terra e submetei-a. Dominai sobre os peixes do mar, sobre as aves dos céus e sobre todos os animais que se arrastam sobre a terra.” (Gn 1,27-28)

Quando Deus criou o ser humano, a sua primeira ação foi de abençoá-los,

Derramando sobre eles a sua graça, a fim de que seus frutos também fossem abençoados.

Os frutos do casal humano, ou seja, aquilo que é gerado de sua carne, no ventre da mulher, quando estes se unem numa união sexual são os filhos,

Que são fisicamente parecidos com seus pais, herdando consequentemente deles toda a carga genética e pela bênção dada por Deus aos homens,

Eles também já são amados por Deus, apesar do pecado original que também herdamos dos nossos primeiros pais.

A ordem de Deus foi para frutificar, ocasião em que Deus concedeu ao homem e a mulher a graça da fecundidade, de serem coparticipantes na obra da criação.

Deus não fez o homem assexuado, mas sexuado, ou seja, para que aconteça a fecundação e consequentemente o surgimento de uma nova vida.

É necessário a participação do homem e da mulher, colaborando com a sua “semente vital” mesmo com todo o avanço da ciência no que se refere à reprodução humana.

A multiplicação da raça humana só se deu mediante a esta comunhão entre o homem e a mulher,

Não há outra forma e nunca haverá, se por um acaso surgir uma outra forma, este ser não poderá ser chamado de humano,

Pois foge da essência vital que permite a concepção da vida humana.

 QUINTA – JOSUÉ.24:15, Porém, se vos parece mal aos vossos olhos servir ao SENHOR, escolhei hoje a quem sirvais; se aos deuses a quem serviram vossos pais, que estavam além do rio, ou aos deuses dos amorreus, em cuja terra habitais; porém eu e a minha casa serviremos ao SENHOR.

MINHA CASA E EU SERVIREMOS AO SENHOR

Porém, se vos parece mal servir ao Senhor, escolhei, hoje, a quem sirvais:

Se aos deuses a quem serviram vossos pais que estavam dalém do Eufrates ou aos deuses dos amorreus em cuja terra habitais.

Eu e a minha casa serviremos ao Senhor. Este texto está no livro de Josué 24.15.

Josué, esse servo de Deus mencionado acima, estava preocupado com sua nação,

Pois muitas familias tinham se desviado das doutrinas básicas da fé no Deus soberano e se voltado para outras crenças que não eram compatíveis com a instrução divina.

Josué tomou uma posição que todo chefe de família deve tomar.

Ele declarou: “Eu e minha casa serviremos ao Senhor”.

Demonstrou cuidado pela sua família. Para ele, a família era o bem de maior valor.

Quando olhamos para este texto bíblico e o trazemos para o nosso tempo, vemos posicionamentos mais flexíveis.

Muitos chefes de famílias estão com posturas bem diferentes e dizem que religião não se discute.

No entanto, a questão religiosa deve ser tratada biblicamente.

Em Dt 6.3-9 Deus oferece um modelo perfeito para educação religiosa da família,

“Ouve, pois, ó Israel, e atenta em os cumprires, para que bem te suceda, e muito te multipliques na terra que mana leite e mel, como te disse o Senhor, Deus de teus pais.

Ouve, Israel, o Senhor, nosso Deus, é o único Senhor.

Amarás, pois, o Senhor, teu Deus, de todo o teu coração, de toda a tua alma e de toda a tua força.

Estas palavras que, hoje, te ordeno estarão no teu coração; tu as inculcarás a teus filhos, e delas falarás assentado em tua casa, e andando pelo caminho, e ao deitar-te, e ao levantar-te. Também as atarás como sinal na tua mão, e te serão por frontal entre os olhos. E as escreverás nos umbrais de tua casa e nas tuas portas”.

Quando os pais omitem o ensino bíblico aos filhos, estão agindo em desacordo com a ordem divina e, portanto, desobedecem a Deus, e isso é pecado.

Deixar de ensinar aos filhos o caminho da verdade é concordar que o diabo e seus demônios os prepare para o inferno onde não há misericórdia.

Desprezar essa ordem bíblica é desaprovar a sabedoria divina e oferecer combustível para a derrota da família.

Muitos pais que liberaram os filhos para fazer o que bem queriam e não usaram o tempo para instruí-los no ensino de Deus hoje se ocupam em visitá-los nos presídios,

Isso sem citar os que estão fora do aconchego e do convívio familiar

Um dos lamentos de Deus é seu desagrado com quem não o ouve e vai em busca de adoração escusa, como refere o Sl 81,13,14.

 “Ah! Se o meu povo me escutasse, se Israel andasse nos meus caminhos! Eu, de pronto, lhe abateria o inimigo e deitaria mão contra os seus adversários”.

 A Casa de Josué teve o propósito de servir a Deus, e a nossa?

SEXTA –SALMOS.128:1-4, BEM-AVENTURADO aquele que teme ao SENHOR e anda nos seu caminho. Pois comerás do trabalho das tuas mãos; feliz serás, e te irá bem. A tua mulher será como a videira frutífera aos lados da tua casa; os teus filhos como plantas de oliveira à roda da tua mesa. Eis que assim será abençoado o homem que teme ao SENHOR.

O SEGREDO DE UMA FAMILIA

Quem não deseja ter uma família feliz e abençoada e, consequentemente, ser abençoado e feliz?

Creio que esse é um dos maiores desejos de todo ser humano.

Isso porque uma família assim faz parte da realização pessoal de qualquer pessoa.

Ninguém deseja uma família infeliz e distante das bênçãos de Deus.

Como também ninguém deseja ser infeliz e amaldiçoado.

A boa notícia é que a Bíblia nos ensina dois segredos importantíssimos, (e que funcionam), que nos indicam o caminho de como ter essa sonhada família.

Mas antes de sabermos quais são esses dois segredos, vejamos algumas bênçãos que a Bíblia aponta na vida da pessoa que coloca em prática esses dois segredos.

. Bem-aventurado aquele que teme ao SENHOR… (Salmos 128.1)

O primeiro segredo tem a ver com a forma com que tratamos Deus em nossa vida.

Temer a Deus é amá-Lo sobre todas as coisas, de todo o coração, com todas as forças; é colocá-Lo como prioridade em nossa vida, é conhecê-Lo dia após dia numa comunhão constante.

Esse respeito e essa comunhão com Deus é um segredo que nem todos conhecem em suas vidas.

O temor a Deus não se constrói do dia para noite. Precisamos investir energia nisso.

É como um relacionamento que precisa ser nutrido todos os dias para que cresça forte e saudável.

.Bem-aventurado aquele que (…) anda nos seus caminhos! (Salmos 128.1)

O segundo segredo tem a ver com a forma como nos portamos diante de Deus e diante dos homens.

Deus nos deixou diretrizes claras sobre como devemos agir, sobre o que devemos ou não devemos fazer.

Tudo isso está na Bíblia Sagrada. Ou seja, para ter uma família abençoada devemos ser obedientes a Deus e levar a nossa família também por esse caminho.

E para sermos obedientes a Deus e andarmos em Seus caminhos precisamos conhecê-los,

Isso custa da nossa parte investimento de tempo, recursos e energia para conhecermos e praticarmos a vontade de Deus.

Não é mágica, não é do dia para noite. É um investimento de uma vida toda, é ação.

Cabe a cada um de nós buscarmos o ideal de sermos servos fieis a Deus e termos uma família abençoada e feliz!

SABADO – EFÉSIOS.5:31-33, Por isso deixará o homem seu pai e sua mãe, e se unirá a sua mulher; e serão dois numa carne. - Grande é este mistério; digo-o, porém, a respeito de Cristo e da igreja. - Assim também vós, cada um em particular, ame a sua própria mulher como a si mesmo, e a mulher reverencie o marido.

A SACRALIDADE DA FAMÍLIA

O JUGO DESIGUAL (Malaquias. Capítulo 2)

  A paternidade de Deus (2.10): A idéia de que Deus é o Pai de todos os seres humanos é biblicamente válida

 A deslealdade: Trata-se do verbo hebraico bagad, que significa “agir traiçoeiramente, agir com infidelidade”.

 O casamento misto (2.11): É a união matrimonial de um homem ou uma mulher com alguém descrente.

O profeta chama isso de abominação e profanação.

Os envolvidos são ameaçados de extermínio juntamente com toda a sua família (2.12).

Abominação: O termo hebraico para “abominação” é toevah e diz respeito a alguma coisa ou prática repulsiva, detestável e ofensiva.

A Bíblia aplica-o no caso de idolatria, ao sacrifício de crianças, e às  práticas homossexuais, etc (Dt 7.25; 12.31; Lv 18.22; 20.13).

Trata-se de um termo muito forte, mas o profeta coloca todos esses pecados no mesmo patamar (2.11).

Profanação: Profano é aquele que trata o sagrado como se fosse comum (Lv 10.10; Hb 12.16).

A “santidade do Senhor”, que Judá profanou (2.11), diz respeito ao Segundo Templo,

Mas aqui Malaquias, considera o casamento misto como transgressão da Lei de Moisés: “

Judá [...] se casou com a filha de deus estranho” (2.11b).

A expressão indica mulher pagã e idolatra. E mais adiante inclui também o divórcio (2.13-16).

 DEUS ODEIA O DIVÓRCIO (verc.16)

 O relacionamento conjugal (2.11-13): Malaquias é o único livro da Bíblia que descreve o efeito devastador do divórcio na família, na igreja e na sociedade.

As lágrimas, os choros e os gemidos descritos aqui são das esposas judias repudiadas.

Elas eram santas e piedosas, mas foram injustiçadas ao serem substituídas por mulheres idólatras e profanas.

As israelitas não tinham a quem recorrer.

Nada podiam fazer senão derramar a alma diante de Deus.

Por essa razão, o Eterno não mais aceitou as ofertas de Judá (2.13).

Isso vale para os nossos dias.

Deus não ouve a oração daqueles que tratam injustamente o seu cônjuge (1 Pe 3.7).

O marido deve amar a sua esposa como Cristo ama a Igreja (Ef 5.25-29).

O compromisso do casamento: Os votos solenes de fidelidade mútua entre os noivos numa cerimônia de casamento não são um acordo transitório com data de validade,

Mas “um contrato jurídico de união espiritual” (Myer Pearlman).

O próprio Deus coloca-se como testemunha desse contrato.

Por isso, a ruptura de um casamento é deslealdade e traição (2.14).

A reação divina contra tal perfídia é contundente.

A vontade de Deus: A construção gramatical hebraica do versículo 15 é difícil.

Mas muitos entendem o seu significado como defesa da monogamia.

Deus criou apenas uma só mulher para Adão, tendo em vista a formação de uma descendência piedosa (2.15).

A poligamia e o divórcio são obstáculos aos propósitos divinos.

É uma desgraça para a família! Por isso, o Altíssimo aborrece e odeia o divórcio (2.16).

Ele ordena que “ninguém seja desleal para com a mulher da sua mocidade” (2.15).

A sacralidade do relacionamento familiar deve ser levada em consideração por todos os cristãos.

 Todos devem levar isso a sério, pois o casamento é de origem divina e indissolúvel, devendo, portanto, ser honrado e venerado.

 A FAMÍLIA É UM PROJETO DE DEUS

Gênesis 1.26-28

Deus criou o ser humano desdobrado em dois sexos, homem e mulher, e mandou que se multiplicassem, que gerassem filhos.

Ao mesmo tempo estava criando o ser humano, instituindo a família, e lançando as bases para a formação da sociedade humana.

Não foi o homem que decidiu ou descobriu que poderia procriar, gerar filhos, mas foi Deus quem ordenou ao homem que assim fizesse e quem o capacitou para isso.

Não criou um ser assexuado com algum sistema que lhe desse a ser hermafrodita que pudesse gerar de si mesmo uma outra criatura semelhante.

Também não criou dois machos ou duas fêmeas dando-lhes a capacidade de gerarem filhos entre si, mas criou o ser humano como macho e fêmea, para que dos dois fosse gerada uma terceira pessoa, formando, à partir daí, uma família.

Sendo assim, podemos afirmar que a família é uma instituição divina para o homem e não uma instituição humana para o próprio homem.

Também podemos afirmar que qualquer adulteração da formatação original da família é uma adulteração do projeto divino para a família humana.

A EXECUÇÃO DO PROJETO DIVINO SE ORIGINOU NA NECESSIDADE HUMANA DE COMPANHEIRISMO MATRIMONIAL

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